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Mão de obra

Ambiente é vilão da falta de mão de obra no setor de TI

25 de Fevereiro de 2020 Gilson Aguiar
Com mais de mil vagas abertas, o setor de Tecnologia da Informação (TI) passa por um momento de crise. Muitos produtos acabam por não serem entregues, demanda não é atendida, por falta de mão de obra qualificada. O que está acontecendo?

Esta pergunta foi feita para o especialista em recursos humanos e consultor no setor de TI Jeferson Cardoso Silva. Ele pontuou diversos fatores que criam um ambiente desfavorável as empresas e aos profissionais do setor. Entre eles, Cardoso Silva lembra da necessidade de se valorizar a força de trabalho.

Para o consultor, quando se fala de valorização não é só a salarial. Há mais que isso. Segundo ele, uma relação de trabalho e uma carreira que gere possibilidade de aprendizado e experiência positiva para os profissionais. O conhecimento em tecnologia da informação é extenso e mutável. Logo, afirma Silva, o profissional necessita de um ambiente de trabalho que propicie condições de acompanhar conhecimento associado a mudança.

Ouça a entrevista com Jeferson Cardoso Silva:

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Movimento cresce no aeroporto e diminui na rodoviária

Enquanto em 2018 o movimento de passageiros cresce no Aeroporto Regional de Maringá Silvio Name Júnior em comparação com o ano passado, na Rodoviária Dr. Jamil Josepetti cai a quantidade de pessoas que embarcam e desembarcam no terminal. É que o aponta levantamento do Observatório do Turismo e Eventos, núcleo de pesquisas do Maringá e Região Convention & Visitors Bureau. Em janeiro e fevereiro deste ano, o aeroporto registou 103.429 embarques e desembarques, um aumento de 6,36% em relação aos 97.238 passageiros que fizeram uso do terminal no mesmo período de 2017. Já na rodoviária, houve queda de 2,88%, passando de 236.916 embarcados e desembarcados nos dois primeiros meses do ano passado para 230.074 em 2018 – redução de 6.842 passageiros. Ainda de acordo com o levantamento feito pelo Observatório do Turismo e Eventos, o número de chegadas e saídas de ônibus na rodoviária acompanhou a queda no movimento de passageiros, caindo de 12.315 em janeiro e fevereiro de 2017 para 11.960 nos dois meses iniciais de 2018 – retração de 2,88%. Em igual período, o aeroporto teve acréscimo de 1% na quantidade de pousos e decolagens, ao ir de 1.213 no ano passado para 1.226 este ano. Sobre o Observatório O Observatório do Turismo e Eventos reúne informações para identificar os potenciais e as carências do turismo e eventos da cidade. Os dados são disponibilizados para que especialistas, poder público e privado e a sociedade civil organizada sejam auxiliados nas tomadas de decisão que envolvam o setor. São monitorados a tarifa média cobrada pelos hotéis; a taxa média de ocupação dos hotéis; o Imposto Sobre Serviços (ISS) arrecadado na área de turismo; o mercado de trabalho ligado ao turismo; a malha rodoviária; a movimentação do Aeroporto Regional Silvio Name Júnior e a movimentação terrestre pela Viapar. O projeto é patrocinado pela Viapar e tem, ainda, apoio do Sindicato dos Lojistas do Comércio Varejista de Maringá e Região (Sivamar), Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), Cooper Card e Sebrae. Todos os dados estão disponibilizados gratuitamente no site www.maringacvb.com.br/observatorioturismomaringa.

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